MARIA SILVIA ROSSI, PhD

Há muitos anos e cada vez mais, discute-se o desequilíbrio ambiental do planeta e as suas consequências negativas para os seres humanos. Cada vez mais pessoas tem compreendido que as principais implicações dos desequilíbrios ambientais endereçam os seres humanos, elo frágil quando a equação é “Ser humano – Planeta”.

É o equilíbrio nesta “infraestrutura ecológica” (que chamamos genericamente de “meio ambiente”) que nos permite viver. É essa “infraestrutura ecológica” que nos entrega um conjunto de “serviços ecossistêmicos” a partir dos quais temos ar respirável e água limpa, solo fértil em condições para produzir alimentos e riquezas. Estes serviços são de entrega continua e “grátis”. O ar “respirado” pelas plantas é o que torna o este ar “respirável” para nós, seres humanos. Respiramos o sopro das plantas.

Pois é, pouco pensamos de onde vem os recursos que precisamos para sobreviver, acostumados que somos com o falso mito da fartura ou da inesgotabilidade dos recursos naturais associada ao discurso clássico dos economistas de que a degradações ao ambiente naturais são “externalidades negativas necessárias ao desenvolvimento econômico”. Até quando vamos comprar esses discursos, que têm uma gravíssima premissa de que privatizar o lucro imediato da degradação (como o desmatamento) ou do uso intensivo de recursos naturais, e socializar o prejuízo dos desequilíbrio ambiental? Em que momento de nossa sociedade isso foi naturalizado, tornando-se mais do que  aceitável, tornando-se supostamente inexorável ?

Vimos, nas últimas décadas, uma polarização aguda entre os defensores (inicialmente minoritários) de argumentos que reconhecem as mudanças climáticas, da necessidade de seu enfrentamento e que implicam em mudanças estruturais no modo de vida e modo de produção atual, e os aqueles setores dependentes do uso intensivo de petróleo, que continuam defendendo o padrão de qualidade de vida de muito poucos face aos muitos, muito pobres no planeta.

Estamos vendo cada vez mais setores da sociedade demonstrando perplexidade ao verificar os efeitos práticos da variabilidade climática (instabilidade do clima), com aumentos recordes da temperatura nos pontos mais distantes do planeta e concentração expressiva das chuvas na forma de tempestades destrutivas ou secas prolongadas. Dentre as consequências desta mudança no padrão de chuvas e temperatura, está a ampliação do território colonizado por micróbios, dentre os quais a Covid-19, responsável pela pandemia mundial.

No entanto, a perplexidade de um número crescente de setores ainda não vem acompanhada por ações práticas de natureza estruturais tanto no modo de produção quanto na concentração de renda. Vemos, principalmente, debates que reúnem cúpulas nacionais em fóruns específicos e dos quais o Brasil perdeu, durante o Governo Bolsonaro, a sua voz ativa e antes muito respeitada.

Na minha opinião, o discurso que levou a bandeira das mudanças climáticas falhou em comunicar às pessoas as reais implicações, aquelas na vida de cada pessoa. O discurso das mudanças climáticas, em que pese o tom catastrófico, pouco tocou a vida das pessoas, por construir-se em um foco das consequências do aumento da temperatura (a exemplo da campanha 1,5 oC). Não esteve e ainda não está endereçado e pouco inclui as pessoas. Assim é que o discurso fala do aumento do nível do mar, do derretimento das geleiras e do salvamento dos ursos polares; de como a camada de ozônio é afetada; o comprometimento dos arrecifes e corais marinhos e da quantidade insustentável de plástico no mar. Falamos de muitas coisas, mas não incluímos o ser humano nesta narrativa. Como se ele próprio não fosse afetado um dos diretamente pelas consequências negativas.

Acredito que explicar as implicações negativas para a saúde humana tem um potencial imensamente maior na eficácia do discurso. Essa ainda não é a linha mestra dos argumentos de mudanças climáticas. No entanto, sem esta mudança de narrativa, demoraremos muito para uma apropriação social do que é o desmatamento e suas consequências negativas, do que está acontecendo neste mundo. Porque longe de ser um problema de ambientalistas ou de setores de meio ambiente de governos, o desmatamento e as mudanças climáticasé, de fato, um problema de Estado e de saúde pública.

Senão vejamos.

O meio ambiente natural, ou habitats naturais, são repositório de muitos tipos de vidas e de suas relações. Mais além das onças, macacos, jacarés, aves, formigas, morcegos e cobras, existem nestes habitats, organismos invisíveis ao olho nú, que vivem “confinados” em equilíbrio nestes ambientes. Na ausência dos animais em que vivem e lhes confinam a existência, ou com a entrada de novos tipos de animais, estes seres podem espalhar-se por novos território. São os micróbios ou microorganismos: fungos, bactérias, e vírus que estão em ciclos equilibrados, coexistindo há milhares de anos com animais silvestres nas regiões do planeta.

As doenças que eles provocam e os mecanismos que asseguram resistência a eles, quando seres são colonizados, são desconhecidas pelos seres humanos. Em outras palavras, estes ainda não são conhecidos e não foram estudados pela ciência. Não há portanto conhecimento para produção de remédios e vacinas.

A seleção natural, há milhares de gerações de co-existência, possibilita o aumento da sobrevivência na presença de diferentes tipos de estresse. Micróbios são um tipo de estresse. E assim nasceram raças rústicas, que apresentam resistência a parasitas internos e externos, a adaptação ao calor, umidade e radiação solar. A seleção humana sobre os animais, conhecida como “melhoramento animal” busca acelerar a seleção natural para algumas características consideradas “desejáveis” para a criação animal. Um exemplo bem conhecido é o caso dos animais advindos de uma região temperada que pouco sobrevivem em uma região tropical. Assim é que muitas “matrizes” de animais (trazidos para formar novos rebanhos) morrem de doenças tropicais porque seu organismo não tem mecanismos de defesa imunológica, em que pese a adoção massiva de antibióticos. É o interessante caso dos bovinos (bois e vacas) – raças da espécie  “Bos taurus” (aquele bovino tipo holandês) que não conseguem sobreviver bem senão na região sul do Brasil, e as raças da espécie “Bos indicus” (aqueles bovinos de origem indiano, de tipo Nelore) já advindo de cruzamentos genéticos, que tem boa adaptação ao calor dos trópicos e alta resistência a parasitas internos e externos. Em que medida estamos melhorando alguma coisa que não seja o interesse de curto prazo por lucro ?

O desequilíbrio provocado pelo desmatamento traz a liberação, sem controle (ou monitoramento), de muitos tipos de microorganismos, uma vez que as barreiras vivas que asseguram sua contenção em um dados espaço geográfico foram sumariamente retiradas. Desta forma, ao ocupar áreas recém desmatadas, seres humanos e animais domesticados passam a ter contato com estes micróbios e entram no seu ciclo de vida, em que pese o seu “despreparo imunológico”.

Este “salto” de micróbios dos corpos de animais silvestres para os seres humanos tem sido visto e documentado aos longo das décadas. “Cerca de 70% dos surtos epidêmicos humanos começaram a partir de episódios de destruição maciça de florestas tropicais” (1). Mas ao contrário dos animais silvestres, nossos corpos não co-evoluiram com estes micróbios e não conhecem os seus mecanismos de ataque e colonização e, portanto, não apresentam defesas imunológicas eficazes.

Embora não sendo os únicos micróbios que fazem este “salto” entre espécies, os vírus são particularmente desafiadores. Trata-se, por exemplo, do vírus do Ébola, Sars e HIV, dentre outros, e agora, mais do que nunca, do Covid-19. Autoridades internacionais na área de Saúde já reconhecem que a pandemia do coronavírus é “mais uma prova da perigosa relação entre os vírus e as pressões do ser humano sobre o meio ambiente” (1).

No Brasil, pesquisadores e médicos nos alertam sobre as implicações do desmatamento da Amazônia.

Segundo o ex-presidente da ANVISA, Gonçalo Vecina, médico sanitarista, “Na Amazônia tem uma quantidade de vírus imensa. A próxima epidemia, com o nível de agressão que nós estamos fazendo ao meio ambiente, já está a caminho” (…) “Nos temos que estar cuidando disso desde agora. E cuidar disso significa identificar esses agentes o mais cedo possível e desenvolver remédios e vacinas o mais cedo possível”. (…) “Alguns (vírus) nos já conhecemos. Tem um vírus (na Amazônia) chamado sabiá que é o causador da febre hemorrágica brasileira, uma doença rara e de alta letalidade. Ela reapareceu no Brasil, em janeiro deste ano, em São Paulo, o primeiro caso depois de 20 anos”. Esse vírus pertence à mesma família do vírus causador da febre de Lassa, endêmica em países do oeste africano. “Portanto, investimento em ciência continuamente – ciência básica e ciência aplicada – será fundamental. Espero que os nossos próximos governantes – porque desse já não falo mais – tenham consciência e façam esse investimento, para que nós estejamos preparados para a próxima crise, que virá” (2).

Segundo médica pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Margareth Dalcomo, “Essa não será a última epidemia de nossas vidas. Essa epidemia é o reflexo de como estamos tratando mal o nosso planeta. Estamos criando condições propícias para que vírus do mundo animal atravessem a barreira e venham a ser nocivos para os seres humanos. A nossa Amazônia é um enorme celeiro e habitat de coronavírus. Se continuarmos a tratar a nossa Amazônia mal como estamos, tratando nós podemos ter uma epidemia nascendo no Brasil” (3).

Ademais da disseminação sem controle destes vírus, o aumento do CO2 (das florestas desmatadas associado ao aumento na quantidade utilizada de combustíveis fósseis ou seja o petróleo e seus derivados) provoca um “efeito estufa”, ou seja, o aumento da temperatura geral do planeta. É como se uma capa ou cobertor de gases cobrisse o planeta tornando-se cada vez mais espessa.

É conhecido o efeito do aumento da temperatura e da umidade na ocorrência de doenças, de micróbios e de “pragas” (como são comumente chamados no jargão profissional), tanto na agricultura quanto na pecuária. Maiores temperaturas tendem a aumentar a disseminação de vários tipos de micróbios, para além da região tropical, rumo às regiões temperadas. Isso significa uma expansão de áreas na colonização pelo micróbios. Esse “imperalismo microbiano” que não visa lucro mas sim sobrevivência é potencializado pela velocidade de deslocamento humano pelo planeta, particularmente por via aérea. Aquilo que demoraria meses ou anos para chegar em outra parte do mundo, agora chega em minutos ou horas. Somos nós humanos os vetores, ou seja, os repositórios e transporte destes seres microscópicos. 

Do ponto de vista da saúde ambiental e saúde pública, quais são as implicações deste aquecimento global para a expansão dos “territórios” dos micróbios ? Quais são as implicações, por exemplo, da ocorrência de recordes de temperaturas altas, como a de 38oC na Sibéria em junho de 2020 ? (4). Nesta região da Rússia estão regiões habitadas mais frias do mundo, como a aldeia Oymyakon e a cidade de Verkhoiansk. A Rússia vive os dias mais quentes  em 120 anos. Quais as implicações do aumento médio da temperatura no Planalto Central brasileiro e das chuvas concentradas em menos meses com o mesmo volume de água ? Quais as implicações do aquecimento de cinco graus da temperatura dos pequenos vales situados na camada de gelo da Antártida, regiões mais frias do mundo ? Quais “novas“doenças irão desenvolver-se nestas áreas, devido a condições mais favoráveis de temperatura ?

O planeta está esquentando, os micróbios estão encontrando em novos territórios prósperos para colonizar e, infelizmente, os seres humanos estão acelerando grandemente esse processo com o aumento em escala do desmatamento de florestas tropicais, com os deslocamentos advindos dos transportes dependentes de combustíveis fósseis, entre outros.

Ademais, qual é o interesse do desmatamento das florestas tropicais, senão o retorno de curto prazo, notadamente o desmatamento de grandes terras públicas, através da grilagem ? Quem lucra com esse desmatamento ? Quem paga a conta dos desdobramentos econômicos, por exemplo na área de saúde ?

De maneira geral, a ocupação de áreas pouco estudadas em termos sócio-ambientais com projetos de infraestrutura tem sido uma recorrência no Brasil. Uma recorrência pouco discutida com a sociedade brasileira. As implicações são muitas e muito negativas dos grandes projetos de infraestrutura, por exemplo. E parece que lições não foram bem aprendidas. Façamos a reflexão da ferrovia Madeira-Mamoré no Estado de Rondônia no Brasil, de 1907 a 1912, que ficou conhecida como “Rodovia da Morte” ou “Ferrovia do Diabo”. Esta objetivou ao aumento do escoamento da produção da colheita do látex pelo alto preço da borracha no mercado mundial. Além da grave invasão a territórios de povos indígenas como o Karipunas, milhares de trabalhadores morreram vitimados pela insalubridade, fome, doenças como disenteria, malária, falta de medicamentos e “condições de trabalho precárias que eram minimizadas e naturalizadas pelos empresários (norte americanos) como um preço a ser pago em benefício do progresso” (5). Além da falta de condições de trabalho, chama a atenção as doenças e a baixa resistência humana a elas por parte desta mão de obra composta majoritariamente por migrantes, ou seja, por pessoas que não evoluíram historicamente neste habitat.

Por outro lado, os instrumentos de planejamento brasileiros ainda apresentam imensa dificuldade de integração e convergência entre si, expressando a visão compartimentalisada dos setores que os formulam. Se há uma relação causal entre desmatamento e problemas de saúde pública, as políticas públicas deveriam ser capazes de integrar-se de forma sinérgica. Alguns esforços de integração de políticas podem ser encontrados país afora. Um deles é o Zoneamento Ecológico-Econômico do Distrito Federal (lei distrital no 6.269/2019) que traz para a centralidade do debate o risco de perda de serviços ecossistêmicos estratégicos para o desenvolvimento integrado destas região e para a qualidade ambiental e de vida. Trata-se de compreender melhor a “capacidade de suporte ambiental” face às pressões humanas de uso e ocupação do solo. Trata-se de gerar empregos diversificados e compatíveis com esta “capacidade de suporte” no DF, de forma a reduzir a tremenda diferença de poder aquisitivo das populações que residem ca Capital Federal brasileira, gerando empregos formais e inclusão social para cerca de 1,6 milhões de habitantes de um total de 3 milhões no DF, ou 4 milhões de habitantes se considerarmos a região “metropolitana”. Trata-se também de entender relacionamentos e interdependências nas políticas de Estado e o custo destas. Por exemplo, a relação entre emissões veiculares e doenças cardiorrespiratórias advindas destas emissões, e como áreas verdes (florestas urbanas) que constituem sumidouros de carbono reduzem a ocorrência do risco de internação humana (disponíveis nos “Documentos Técnicos” em http://www.zee.df.gov.br/) (6). Precisamos ir além para verificar quanto custa manter e ampliar uma área verde (floresta urbana), quanto custa manter a infraestrutura de deslocamento individual por carro e quanto pesam ao Erário estas internações hospitalares evitáveis ? Aonde o Estado está alocando seus recursos ? E quais as consequências desta alocação ?

A saúde pública precisa entrar na agenda ambiental, territorial e urbana e o desmatamento precisa constituir-se também em narrativa da saúde pública. Esta convergência de olhares e políticas públicas e a capacidade de melhor comunicar esta situação e desafios é fundamental para que tenhamos um número cada vez maior de pessoas sensíveis e que posicionem-se ativamente no tema perfazendo ações e cobrando dos governos municipais, estaduais e Estados Nacionais, mais responsabilidade para com o tema. 

Mas para isso, interesses públicos devem transcender interesses setoriais ou individuais, e interesses de curto prazo. Trata-se da defesa do Bem Comum. O desmatamento e o uso intensivo e privativo dos recursos naturais devem ser compreendidos como alavancas potentes e ativas para gravíssimos problemas de saúde pública, além de todos os problemas associados à apropriação tão assimétrica de riquezas na sociedade humana. Precisamos comunicar melhor que os interesses econômicos de curto prazo, que sustentam a apropriação muitas vezes ilegal das riquezas naturais, levam a uma deseconomia em escala local, nacional e global, cujo pagamento é feito pela população às custas, entre outros, de sua saúde. O desmatamento, que origina epidemias e a atual pandemia, é um problema de saúde, tanto saúde ambiental quanto humana, ou seja, de saúde pública.

Precisamos unir forças, como sociedade humana, e melhor comunicarmos os fatos e evidências de forma continuada e eficaz. Precisamos construir e comungar premissas e rumos. E o diálogo tem que ser continuo, superando a coleção de “soluços” esparsos e desconexos entre partes.

Precisamos avançar na integração e convergência das políticas públicas.

Precisamos construir instrumentos para estes monitoramento, a exemplo de infraestruturas de dados espaciais que traduzem as várias “infraestruturas ecológicas” que temos nas regiões brasileiras e que possibilitem a extração de informações e a produção de conhecimento sobre o território com sua territorialidade. Precisamos monitorar estas áreas por meio de indicadores. Estes esforços precisam consubstanciar-se em observatórios eficazes acerca dos riscos à vida e à saúde pública, com capacidade de comunicar-se eficazmente com a sociedade.

Precisamos de mais adeptos à causa ou seja, precisamos um número cada vez maior de pessoas tomando a pílula vermelha do filme “Matrix”, para ver as coisas como são e não como querem que vejamos – as Fake News muito tem-nos ensinado sobre isso.

Se você conhece quem ainda foge para a inconsciência, para o “não pensar”, eis que a pílula vermelha do filme “Matrix” está bem ao alcance de sua mão para ser lhe ser ofertado. A divulgação em nosso círculo próximo funciona.  Veja, “Não agir” é manter-se na conveniente posição de inconsciência ou de zona de conforto. “Não agir” também é concordar com o desmando geral, com um rumo agressivo de maiores desigualdades, de maiores níveis de violência e, em última instância, de menor tempo de sociedade humana.

O mundo está mudando e aquela sociedade que existia há apenas alguns anos não existe mais, ela está em movimento e sob impacto de grandes mudanças. Setores lutam para preservar seus benefícios e privilégios, mas o mundo está mudando.

Todo desequilíbrio oferece novas possibilidades de novos equilíbrios. A Natureza nos ensina todos os dias sobre perseverança e continuidade, sobre o que é fundamental e o que não o é, sobre as relações entre as partes na forma de “equilíbrio dinâmico”. O que teremos que construir na sociedade é uma “nova normalidade” nos mais diversos níveis das relações humanas, tendo como base mudanças estruturais de conceitos e projetos rumo ao sustentável.

Para isso, precisamos acordar para os fatos, porque saídas há. É uma questão de decisão. E decisão demanda vontade política individual e coletiva. Demanda também e sempre, a Esperança, e a Perseverança de todxs nós.

Referências Bibliográficas:

(1) El País:  https://brasil.elpais.com/brasil/2021-02-06/70-dos-ultimos-surtos-epidemicos-comecaram-com-o-desmatamento.html?utm_source=Facebook&ssm=FB_BR_CM#Echobox=1612624991

2) G1 : https://g1.globo.com/natureza/amazonia/noticia/2020/08/05/proxima-epidemia-ja-esta-a-caminho-alerta-medico-sobre-desmatamento-na-amazonia.ghtml

3) https://www.acritica.com/channels/coronavirus/news/pesquisadora-da-fiocruz-alerta-para-riscos-de-novo-virus-surgir-na-amazonia

4) https://ciclovivo.com.br/planeta/crise-climatica/siberia-atinge-38-recorde-temperatura/#:~:text=Localizada%20na%20Sib%C3%A9ria%2C%20a%20cidade,habit%C3%A1veis%20mais%20frios%20do%20planeta

5) Biblioteca Nacional:  https://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2020/04/madeira-mamore-ferrovia-diabo

6) Portal do Zoneamento Ecológico-Econômico do Distrito Federal (ZEE-DF), instituído pela lei distrital no 6.269/2019 – www.zee.df.gov.br/

Brasília, fevereiro de 2021